sexta-feira, 4 de setembro de 2015

APÓS 10 ANOS, GUANABARA RENOVA SUA IDENTIDADE VISUAL.

EXPRESSO GUANABARA RENOVA SUA IDENTIDADE VISUAL APÓS 10 ANOS E AO COMEMORAR 23 ANOS DE ATIVIDADES.

Por Fortalbus

A Expresso Guanabara ao comemorar seus 23 anos em atividades, sendo a maior empresa de ônibus rodoviário do Norte e Nordeste, está recebendo novos ônibus Mercedes-Benz O-500RSD com a consagrada carroçaria Marcopolo Paradiso 1200. Junto a eles, está o veículo Glamour que estampa a renovação no layout da identidade visual, agregando a tradicional cor no tom azul.


A nova pintura foi inspirado nas tendências estéticas internacionais em design de carroçarias de ônibus, sendo de autoria do escritório Carlos Ferro de Design, um dos mais antigos e tradicionais do País. Foi desenvolvido em linguagem minimalista, com desenhos mais leves e sem a utilização excessiva de cores e formas.

O layout da Guanabara traz um conceito utilizado na concepção dos novos símbolos gráficos usados para promover unidade entre as principais empresas do Grupo e para reforçar o conceito de corporação. No caso da Guanabara o destaque é para a inicial G, elemento principal do novo logotipo da empresa. As demais empresas do grupo vão adotar este mesmo visual, dando ênfases as suas logomarcas.


A letra aparece escrita em formato semicircular, reforçando sua importância por meio de idéias sugestivas que possibilita aos clientes reflexões variadas acerca do nome e do novo visual da empresa. A nova identidade visual da Guanabara é completada com a utilização de recursos de pintura e adesivação.

A Guanabara sempre pautou sua atuação pela prestação de um serviço de excelência, consolidando a imagem de uma empresa moderna, que percebe nos desafios indícios para a sua evolução. O êxito alcançado é resultado de uma paixão por inovar, que envolve todos os setores da empresa. 


A Guanabara trabalha para fazer da inovação uma filosofia e por isso foi a pioneira no Brasil em investir na construção de uma marca para consolidar um novo conceito em transporte de passageiros, algo ainda não percebido pelas demais empresas da região.




quinta-feira, 3 de setembro de 2015

5515 , ÚNICO SCÂNIA DA METRO.

FABRICADO EM 1998, O VEÍCULO É O MAIS ANTIGO DA EMPRESA, COM SEUS 16 ANOS DE USO.

Fonte :  Portal Ônibus Paraibanos
Matéria / Texto : Josivandro Avelar
Fotos : Lucas D. Lima


O carro acima chegou a deixar a frota da antiga Wilson. Ficou parado por dez meses esperando comprador. Sem sucesso na venda, o veículo é reativado com uma pintura provisória. E para sacramentar sua reintegração definitiva à frota da agora Metro Transportes, o carro 5515, Busscar Urbanuss com chassi Scania F94HB, recebe o layout da empresa.

Fabricado em 1998, o veículo é o mais antigo da frota da empresa, com seus 16 anos de uso - embora não aparente -, graças ao design do Urbanuss, que dá ares de que um veículo como esse nunca envelhece. O veículo substituiu um Incasel Cisne - o último do modelo a sair da frota de Bayeux - e rodou até dezembro de 2012, quando foi desativado pela primeira vez.
 
Parado oito meses na garagem à espera de comprador, o veículo terminou por ser descaracterizado da pintura amarela da Wilson, ficando todo branco. Sem sucesso na venda e na necessidade de manter a frota, o veículo foi reativado em setembro de 2013, do jeito que estava, sendo adicionados adesivos com nome e prefixo da empresa - com zero no meio.



O ano de 2014 chegou, e o carro sobreviveu à transição da Wilson para a Metro, passando um ano inteiro da mesma maneira até que foi recaracterizado nos últimos dias do ano, retornando no segundo dia de 2015 com a nova roupa da Metro Transportes.
 





PE : PROCON INVESTIGOU 13 EMPRESAS DE ÔNIBUS.

APÓS MORTE DE UNIVERSITÁRIOS , PROCON INVESTIGOU 13 EMPRESAS DE ÔNIBUS.

Fonte  : Diário de Pernambuco / onibusparaibanos
Foto  : Rodrigo Gomes



Após duas mortes de estudantes causadas por quedas de ônibus em movimento no Recife - em menos de dois meses -, o Procon-PE abriu investigação preliminar contra 13 empresas de ônibus. A medida visa cumprir com as determinações legais no que se refere à defesa e segurança dos consumidores.

As operadoras foram notificadas e deverão comparecer às audiências marcadas pelo órgão. As sessões foram realizadas nos dias 3, 6, 7 e 8 de julho, às 10h. Por dia, serão ouvidas quatro empresas. De acordo com o Procon, o não comparecimento pode incidir sob crime de desobediência.


O documento enviado às empresas cita que os acidentes vêm se tornando rotineiros o que caracteriza defeito de serviço configurando acidente de consumo. Ainda serão analisadas as políticas de prevenção, proteção e reparação adotadas pelas empresas.


O que diz a lei

O Procon-PE fará a investigação tomando como base o artigo 22 do Código de Defesa do Consumidor (CDC) que afirma que os órgão públicos, por si ou suas empresas, concessionárias, permissionárias ou sob qualquer outra forma de empreendimento, são obrigados a fornecer serviços adequados, eficientes, seguros e, quanto aos essenciais, contínuos.



quarta-feira, 2 de setembro de 2015

APÓS 11 ANOS, CEARENSE ENCERRA SUAS OPERAÇÕES.

CEARENSE TRANSPORTES ; APÓS 11 ANOS ENCERRA SUAS ATIVIDADES NO SISTEMA URBANO DE FORTALEZA.


Estimado leitor, é com enorme pesar que a Equipe MOB Ceará informa que, após 11 anos de operações, a Cearense Transportes encerrou suas atividades no sistema urbano de Fortaleza.

Criada em 22 de Fevereiro de 2004, a empresa que era controlada pela família Uchoa teve, em sua trajetória no transporte, diversos momentos de comemoração. Agora, porém, a Cearense teve de entregar suas linhas para as empresas consorciadas do Sindiônibus.

O início no transporte coletivo na família Uchôa ocorreu quando Francisco Augusto Cruz Uchôa pediu suas contas da empresa Nossa Senhora de Fátima.


Uchôa era cobrador da empresa de seu Raul Ribeiro, um dos maiores empresários de todos os tempos no transporte cearense e, quando ele se desligou da empresa, recebeu dois ônibus e duas tabelas em uma nova linha que se formava naquele momento, que havia sido concedida para a empresa de seu Raul, mas ele transferiu para Uchôa, a linha se chamava Canindezinho.


De lá pra cá, a empresa, que já obteve diversos nomes como Transreal e Ultracol, se consolidou como São Francisco, em 1986.



Diante de um impressionante crescimento às custas das linhas da região do grande Siqueira, a São Francisco não necessitava de ganhar linhas do órgão gestor para obter crescimento, pois suas rentáveis linhas sempre exigiam um constante aumento de frota, e, com isso, a empresa foi evoluindo.






Em 2003, a família Uchôa adquiriu a Empresa Salete.
Com a negociação entre a empresa adquirida e o proprietário da São Francisco, a Salete repassou 16 tabelas na linha 405 - Parque Dois Irmãos/Expedicionários, e recebeu a linha metropolitana 180-Barra do Ceará/Ceasa, que era arrendada pela Viação Real, entre outros negócios.



Naquele momento, o nome da Salete permaneceu nos seus aproximadamente 20 veículos, até ser criada uma nova razão social, a Cearense Transporte Urbano LTDA, sob o comando de Maria Lucimar Martins e Marcus Augusto Martins Uchôa.


Em 22 de Fevereiro de 2004, o nome da Cearense já estava estampado nos veículos da empresa, que operavam exclusivamente na linha 405.


Após alguns meses, a Cearense recebeu a maioria das linhas da São Francisco, além de alguns veículos mais novos e, com isso, sua participação no sistema foi ampliada. A nova empresa iniciou as operações no Terminal Parangaba e Siqueira, com grande parte da frota concentrada nas linhas alimentadoras da região do Jardim Jatobá e adjacências.



Em 2007, haviam boatos de que a empresa estaria passando por alguns momentos difíceis devido ao alto capital investido na compra das linhas da Salete, além da compra de mais de 23 veículos semi novos para renovação e complemento de frota da São Francisco e Cearense, mas o susto passou e a empresa recebeu 4 tabelas e quatro veículos da Viação São Vicente, que acabara de findar suas operações.



Após um jejum de 5 anos sem comprar veículos 0km, a Cearense adquire 5 novos ônibus em 2009. Daquele período até 2013, a empresa realizou várias renovações anuais de grande porte, mantendo uma das frotas mais novas dentre as operadoras.


Em 2012, a empresa participou da licitação proposta pela prefeitura de Fortaleza sendo uma das vencedoras, e, naquele ano, a Cearense  adquiriu a maior quantidade de ônibus novos da história da família, foram 15 novos e 16 semi novos.


Em 2014, a frota da empresa estava com uma ótima idade média, dispensando até a necessidade de renovação de frota. Porém, em 2015, devido à violência crescente em Fortaleza, a empresa teve dois de seus veículos incendiados, e isso fez com que a Cearense tivesse que abrir mão de duas tabelas na linha 355-Siqueira/José Bastos.

A idade média da frota já estava nos limites e devido algumas dificuldades, a guerreira Cearense que, dentre as empresas pequenas tradicionais foi uma das que mais duraram, encerrou suas atividades desde ontem, com uma frota final de 59 veículos operantes.


A Cearense preservou raízes históricas, e era uma das empresas que, como poucas, estimularam a paixão por ônibus nos busólogos. Por estas e outras razões, o MOB Ceará lamenta profundamente a perda de mais uma empresa, com a certeza que ela estará marcada para sempre na história do transporte, bem como na memória de seus admiradores.


Fonte : MOB Ceará
Fotos  :  Acervo Narcísio Santos / Acervo Nildo Barroso / Helton Ferreira / Kenneth Deri Evans / Marcelo Cândido de Oliveira / Peterson Pedrosa.

VISITE O MOB  :  MOB CEARA





PB : PROJETO TETÉU , ENQUANTO VOCÊ DORME , ELES RODAM.

PROJETO CONTA COM 12 LINHAS QUE OPERA DA MEIA NOITE ÁS CINCO DA MANHÃ.

Fonte : Portal Ônibus Paraibanos
Matéria / Texto : Josivandro Avelar
Fotos : Kristofer Oliveira / JC Barboza / Rodrigo Gomes / Jefferson José


O sistema de ônibus de João Pessoa funciona em toda a sua regularidade até a meia-noite. Daí até cinco da manhã, entra em ação o Projeto Tetéu, composto por 12 linhas, cada uma com um veículo, que roda em itinerários proporcionais as áreas da cidade, bem como atendem áreas não habituais às linhas que fazem no resto do dia. O objetivo desse projeto é atender a quem trabalha durante a madrugada, sendo reforçada em caso de eventos musicais e culturais. Saiba como o sistema de transporte de João Pessoa funciona enquanto você dorme. E acontecem coisas que você nem sonha.

O canto das aves os batiza, em vários lugares do Brasil
 
O nome desse esquema na Prefeitura de João Pessoa é Projeto Tetéu. Mas nem você nem eu devem estar entendendo exatamente porquê. Buscamos explicações da origem dos nomes dados aos ônibus que circulam de madrugada, todos em comum envolvendo aves que cantam a trilha sonora da madrugada.

Tetéu é o nome dado em algumas regiões brasileiras a um pássaro chamado quero-quero. É a ave que com seu canto, alerta sobre a presença de um intruso em seu território, e na maioria das vezes, canta na madrugada, sendo sua trilha sonora.
 
A partir dessa ave, surgiu uma expressão no Nordeste para "passar a noite em claro": virar tetéu. Daí o nome.
 
Em outros lugares do país, os ônibus que rodam de madrugada são chamados de bacuraus; o nome provém também de uma ave, também conhecida como curiango. O bacurau é uma ave de hábitos noturnos, que assim como o tetéu, também canta na madrugada.

E em outros lugares, esses ônibus são chamados de corujão, também em alusão a ave. Também explica o nome dado pela Rede Globo a uma sessão de filmes exibida no horário da madrugada desde 1985 (nos anos 1970, essa sessão já se chamou Sessão Coruja e Coruja Colorida).

O projeto Tetéu

O projeto existe desde meados de 1997, e desde então, 12 linhas compõem o sistema da madrugada. Na maioria dos casos, as linhas fazem itinerários maiores que os habituais, passando em locais não atendidos pelas linhas de costume. As linhas e seus itinerários extras são as seguintes:

101-Grotão

Durante a madrugada, tem o ponto final no Colinas do Sul.

104-Bairro das Indústrias

Não tem alterações em seu itinerário na madrugada.

108-Alto do Mateus

Não tem alterações em seu itinerário na madrugada. De 2008 até abril de 2014, era exclusiva do Projeto Tetéu.

118-Valentina

Durante todo o dia, roda apenas por Paratibe, mas quando cai a madrugada, atende também ao Muçu Magro.

203-Mangabeira/Rangel

Atende a Mangabeira por Dentro, além de sua área habitual.

301-Mangabeira/Pedro II

Atende a comunidade do Cidade Verde, além de sua área habitual.

504-Mandacaru

Não passa na comunidade Alto do Céu, tendo portanto seu ponto final na garagem da Mandacaruense.

507-Cabo Branco

Roda como P002, já que não trafega pela Epitácio Pessoa, e sim pela Avenida Beira Rio.

510-Tambaú

Não tem alterações no seu itinerário de madrugada. É a única linha do projeto que roda com dois veículos.

601-Bessa

Só roda de madrugada aos fins de semana, sem alterações no seu itinerário habitual.

1500-Circular e 5100-Circular

Apesar de rodarem com o letreiro comum (Circular-Manaíra Shopping), as linhas não passam neste estabelecimento durante a madrugada, tendo um itinerário completamente diferente do habitual.

A linha 1500, ao chegar na Getúlio Vargas, segue em direção à Lagoa via Terminal de Integração, de onde segue para a Epitácio Pessoa. De lá, vai direto ao Castelo Branco seguindo para a UFPB, onde passa no Centro de Tecnologia (e não no HU como habitualmente). Daí segue seu itinerário normal.


A linha 5100, ao sair dos Bancários, segue pela UFPB via Centro de Tecnologia (novamente, não no HU), de onde vai ao Castelo Branco direto para a Epitácio Pessoa. De lá segue para a Lagoa via Terminal de Integração, de onde segue para Cruz das Armas.

Em sincronia: organização do projeto

Durante a madrugada, operam 12 ônibus, que iniciam suas viagens ao mesmo tempo, a partir da meia-noite no Terminal de Integração do Varadouro. Todos eles usam a faixa do meio (a usada pelos ônibus de Cruz das Armas no resto do dia) como base. No momento em que todos saem, as portas do TIV são fechadas por medida de segurança. Como as cabines do terminal são fechadas por volta de 22 horas e abrem às 5h, existe uma parada de embarque na saída do TIV que só funciona no momento em que essas cabines estão fechadas.


Com isso, a entrada e saída do TIV só é feita a partir dos ônibus. Ou seja, quem quiser acessar o Terminal de Integração, tem que pegar um dos 12 ônibus, e só sair de lá a partir deles. Mesmo as portas estando fechadas, ainda há passageiros no TIV.

Os horários de saída dos bacuraus do TIV são meia-noite, 1:30, 3:00 e 4:30 da madrugada. A partir de 5 horas, começam a chegar os ônibus das primeiras viagens do dia, e a Integração é reaberta.

Os ônibus propriamente ditos

Como a demanda é extremamente restrita, os ônibus empregados no Projeto Tetéu são micrões, operando somente com motorista. Desde a unificação dos horários dos bacuraus, a Transnacional emprega ônibus fixos para essas linhas, já sem o posto de cobrador. Antes disso, qualquer carro da empresa podia ser bacurau.

Os carros usados para fazer linhas exclusivamente no sistema são 0731, 0751, 0757, 0771 e 07180. No resto do dia, são empregados em excursões e fretamentos, bem como qualquer um pode ser empregado como reserva do carro 0735 na linha I006. Aliás, o próprio carro 0735 pode ser empregado no Tetéu.


A Reunidas chegou a usar o carro 0808 como bacurau do 101-Grotão, mas este foi baixado mês passado, sendo substituído por um Torino 2014. Enquanto os carros sem cobrador da empresa não começam a circular, ela vai usando qualquer carro da frota, usando de um famoso recurso empregado por linhas intermunicipais, o "cobrador fantasma", onde o carro roda com o posto de cobrador vazio.

A São Jorge emprega qualquer um dos seus ônibus sem cobrador para fazer as linhas 104, 108 e 118. Não há titularidade das vagas, nem mesmo nas linhas 108 e 118, que já são sem cobrador 24 horas.

Enquanto a Marcos da Silva não arruma outros micrões, o P002 é feito na maioria das vezes pelo carro 0933, o único dos veículos da empresa a rodar sem o posto de cobrador. Quando não, também emprega o sistema de "cobrador fantasma".



A Mandacaruense emprega também, na maioria das vezes, o seu micrinho 0465 para a linha 504.


Assim a cidade se move, enquanto você dorme.





segunda-feira, 31 de agosto de 2015

SÃO GERALDO E A PLÁSTICA NO 10520, UM CAIO GIRO.

UM CAIO GIRO 3600 COM CARA DE MARCOPOLO PARADISO 1150 GV G6.

Fonte  : Portal Ônibus Paraibanos
Matéria / Texto : Josivandro Avelar
Fotos  : Ricardo Knupp Franco / Marcel Sales



A São Geraldo, uma das maiores empresas de transporte rodoviário de passageiros do Brasil, faz o possível para manter em constante estado de conservação e circulação sua frota de quase 700 veículos, rodando em 17 estados do país. E quando se diz o possível, entenda-se de tudo o possível. Até mesmo fazer as clássicas e gloriosas mutações, expediente famoso em empresas como a Viação Nordeste do RN.

Não é a primeira vez que a empresa mineira se vale do expediente das mutações. Ela já fez isso com alguns de seus Paradiso GV 1150.
 
Mas dessa vez a mutação foi inacreditável. Após um acidente causar avaria na parte da frente do carro 10520, ela viu que poderia recuperar o ônibus o mais rápido possível para que ele retorne às rodovias. Não seria uma missão trivial se tal carro não fosse um CAIO Giro 3600.

A São Geraldo é uma tradicional frotista Marcopolo, cujas carrocerias da gaúcha representam a maioria dos ônibus da empresa mineira. Também tem em sua frota uma grande quantidade de Jum Buss da Busscar. Mas Giros são poucos, carros de um único lote, e não seria compensador para a empresa adquirir peças só para eles. Acontece que um deles precisou de funilaria e... 



...Vai com o que tem no almoxarifado: peças de G6. E foi usando peças do famoso "kit G6" que a São Geraldo recuperou o carro 10520.

Não importa como estaria a frente, o importante é o carro voltar a rodar o mais rápido possível. E é assim que ele se encontra agora, de um Giro como outro qualquer para mais uma candidata a lenda da São Geraldo.





FAGUNDENSE E SEU MICRO ÔNIBUS.

MICRO ÔNIBUS FOI ADQUIRIDO PARA REFORÇAR A FROTA EM 2014.

Fonte : Portal Ônibus Paraibanos
Matéria / Texto :
Josivandro Avelar
Fotos : José Roberto / Ruan Silva


A Fagundense, empresa que possui a única linha que liga o município de Fagundes, onde fica a sede, ao município de Campina Grande, renova a frota, como sempre, dentro de suas possibilidades. E a três dias do fim do ano, adquire um microônibus para reforçar a frota da empresa - e da linha, por tabela.

O carro adquirido pela Fagundense é um Marcopolo Senior 2000, carroceria Mercedes-Benz LO-914, fabricado no ano de 2004. Recebeu a numeração 3507.


Antes de ser adquirido pela Fagundense, o veículo pertenceu a Viação Novo Horizonte de Campina Grande, onde possuiu a numeração 3605. Também fazia linha metropolitana, ligando Campina Grande a Serra Redonda.




OS DD`S DA PARAÍBA.

CONHEÇA ALGUNS DO DD´S PARAIBANOS E SEUS USOS MAIS COMUNS.

Fonte : Portal Ônibus Paraibanos
Matéria / Texto  : Josivandro Avelar
Fotos : Acervo Paraíba Bus Team


O segmento de turismo é um dos que mais cresce nos últimos anos, o que exige a necessidade de veículos cada vez mais adequados para a finalidade de passeios e receptivos. Assim as empresas investem cada vez mais em veículos mais confortáveis e potentes, de onde surge a necessidade dos veículos de dois andares, ou double deckers. Apesar dessa ser a aplicação mais comum desses ônibus, algumas empresas da Paraíba usam ou já usaram esse tipo de veículo em linhas regulares.



Conheça alguns exemplos de DDs paraibanos e seus usos mais comuns.

Max Turismo


A empresa pessoense foi a primeira do estado a trazer veículos do tipo Double Decker e é a que detém o maior número de veículos desse tipo. Ela adquiriu ao longo do tempo oito veículos da primeira versão do modelo Busscar Panorâmico DD, sob vários chassis - três são Mercedes-Benz O-400RSD (2000, 2001 e 2002), três são Mercedes-Benz O-500RSD (2004, 2009 e 2010), um Scania K124 (2005) e um K380 (2008). O carro 2004 foi renumerado para 2014, recebendo a frente da segunda versão do modelo.



Falando na segunda versão do Panorâmico DD, lançada em 2011, a Max Turismo possui uma unidade do mesmo. É o carro 2011, encarroçado sob o chassi Scania K380.



Os carros 2006, chassi Mercedes-Benz O-400RSD, 2012 e 2013, chassi Scania K380, possuem carroceria Marcopolo Paradiso G6 1800DD.



Até ano passado, somente veículos desse tipo compunham a frota da empresa. Alguns já foram vendidos e essa exclusividade dos DDs foi quebrada com o carro 2015, Marcopolo Paradiso G7 1600LD, encarroçado sob o chassi Volvo B420R. Ela adquiriu mais um veículo nessas mesmas configurações, cujos detalhes da aquisição serão dados amanhã neste portal.

Real Bus



Aqui temos um exemplo de empresa que aplicou DDs em linhas regulares. Ela já teve quatro Panorâmico DD encarroçados sob o chassi Scania K124. Mencionar os carros dela significa mencionar o de mais três empresas da Paraíba, já que três desses quatro já foram vendidos, cada uma a uma empresa diferente.

Alex Carioca, de Cabedelo (ex-0219):



Gado Bravo, da cidade de mesmo nome (ex-0221):



Tomaz Turismo, de Campina Grande (ex-0223):



O carro 0231 permanece na empresa.


Jonas Turismo



A empresa guarabirense com ampla atuação no turismo, fretamentos e proprietária de linhas intermunicipais, sejam dela mesma, sejam as adquiridas da Transnorte, possui dois Double Deckers. Um é o carro 2014, um Busscar Panorâmico DD encarroçado sob o chassi Scania K420. Diferente dos demais, possui quatro eixos.



Já o 2012 é um Marcopolo Paradiso G6 1800DD encarroçado sob o chassi Scania K124, com três eixos.


Tour Azul



A empresa pessoense de receptivos turísticos possui apenas um DD, o carro 1010, um Marcopolo Paradiso G6 1800DD encarroçado sob o chassi Scania K380.

WBF Turismo




A empresa de turismo do Grupo Real Bus possui um Busscar Panorâmico DD com o chassi Scania K380.

De passagem pela Paraíba


Esses são os double deckers de empresas que possuem sede na Paraíba. Porém outros veículos de outras cidades fazem visitas por aqui. A empresa Nordeste, do Rio Grande do Norte, possui veículos desse tipo titulares nas linhas que saem de João Pessoa para Natal e Fortaleza. 



A pernambucana Progresso também possui veículos do tipo double decker. Geralmente fazem linhas intermunicipais em Pernambuco, mas costumam também serem usados como extras nas linhas que passam na Paraíba. 



E isso fora os incontáveis veículos que passam por aqui a turismo.



Uma curiosidade é que até aqui, nenhuma empresa paraibana adquiriu os modelos Paradiso G7 1800DD, da Marcopolo, nem o Campione DD, da Comil, opções atualmente disponíveis no mercado.